terça-feira, 30 de julho de 2013

Estudo mostra diferença entre evangélicos que participam da Marcha para Jesus e católicos presentes na missa em Copacabana

Estudo mostra diferença entre evangélicos que participam da Marcha para Jesus e católicos presentes na missa em Copacabana
Depois da grande mobilização feita por católicos em virtude da visita do papa Francisco ao Brasil para a Jornada Mundial da Juventude, o Instituto Datafolha divulgou uma análise na qual compara o perfil dos católicos que foram à Copacabana assistir à missa celebrada pelo pontífice com o dos evangélicos presentes na Marcha para Jesus, realizada em São Paulo em junho.
A análise, que levou em conta fatores como sexo, escolaridade e frequência à igreja, mostrou uma grande diferença entre os fiéis dos dois segmentos do cristianismo. Marcados por fortes diferenças, os dois grupos religiosos participantes de tais eventos tem em comum apenas a idade média de 31 anos e uma presença maior do público feminino.
As mulheres representam 52% dos presentes na missa realizada em Copacabana, já na Marcha Para Jesus esse número sobe para 57%.
A frequência aos encontros religiosos também é diferente entre católicos e evangélicos. 50% dos peregrinos de Copacabana afirmam que vão à igreja mais de uma vez por semana, enquanto esse índice atinge 75% entre os evangélicos.
Os números mostram também que os católicos são mais escolarizados do que os evangélicos, o que faz com que tendam a ter mais renda. Enquanto 59% dos católicos têm curso superior, esse nível de escolaridade é encontrado em 34% dos evangélicos, entre esses a maioria (56%) cursou o ensino médio.
Porém, evangélicos dizem doar mais à igreja do que os católicos: R$ 220 de média mensal ante R$ 86,08.
O Datafolha mostrou ainda que o nível de escolaridade entre os públicos dos dois eventos contrastam bastante com a média da população brasileira, já que apenas 17% no país têm curso superior e 42%, ensino médio.
Veja o infográfico da pesquisa:
catolicos-evangelicos
Fonte: Por Dan Martins, para o Gospel+

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013

Sinal do Apocalipse? Rio Eufrates está secando


Pesquisa indica que leitos de rios Tigre e Eufrates atingiram o nível mais baixo da história.
Os estudiosos das profecias bíblicas oferecem várias interpretações para os textos que anunciam os sinais apocalípticos. Mas alguns parecem ser bem claros. O texto de Apocalipse 16:12 diz: “E o sexto anjo derramou a sua taça sobre o grande rio Eufrates; e a sua água secou-se, para que se preparasse o caminho dos reis do Oriente.”

Embora a Bíblia não forneça maiores detalhes de como isso ocorreria, desde o ano passado os cientistas alertam que, de fato, o Eufrates e o Tigre, principais fonte de água potável do Oriente Médio, estão secando.

O motivo seria a maneira inadequada como Iraque, Turquia e Síria usam as águas daqueles rios para a agricultura. Existem sete represas do Eufrates na Turquia e na Síria, segundo as autoridades iraquianas. Sabe-se que eles alcançaram o menor volume de águas da história. Há quem acredite que em breve poderá ser a metade do que era. E não parece haver sinais de recuperação de seus leitos.

A população que costumava viver às margens do Eufrates testemunharam seu recuo e com isso, foram obrigados a abandonar as fazendas. Com isso, pescadores e agricultores empobrecidos continuam fugindo para cidades maiores à procura de trabalho.

Primeiros a se beneficiarem do represamento das águas do Eufrates e do Tigre, o Iraque construiu duas barragens para irrigação agrícola e controle de inundações, quando o país ainda pertencia ao Império Otomano. Mas no início de 1990, a Síria reduziu o fluxo de água do rio Eufrates para o Iraque em 75%.

Ao mesmo tempo, governantes turcos afirmam que a água dos rios Eufrates e Tigre nascem na Turquia, o que lhes daria o direito de desviar a água e construir barragens para o desenvolvimento da região. Enquanto os governos discutem o rio continua secando.

Satélites israelenses detectaram a maior perda de água no Tigre e no Eufrates desde 2003, disse Alex Vishnitzer, diretor da Companhia de Água Israel, a Mekorot. “A bacia desses rios perde a cada ano uma quantidade de água suficiente para satisfazer as necessidades de dezenas de milhões de pessoas que vivem na região, dependendo das regras de uso regional”.

Ele publicou um artigo sobre o assunto na edição mais recente de uma conceituada revista científica, resultado de uma parceria entre o Instituto de Tecnologia Technion de Israel e o Goddard Space Flight Center da NASA. A pesquisa baseou-se em dados coletados ao longo de um período de sete anos por satélites israelenses que monitoram as mudanças globais em reservas de água.

“Os dados mostraram uma taxa alarmante de declínio no armazenamento de água dos rios Tigre e Eufrates”, disse Vishnitzer. A maior parte, cerca de 60%, foi drenada através de bombeamento das águas, o que normalmente aumenta durante e após o período de seca na região. Segundo os dados coletados, mantida essa média, não irá demorar muito até que os leitos fiquem totalmente secos. Com informações Israel en Linea e New York Times.

 Fonte: Gospel Prime

domingo, 10 de fevereiro de 2013

Os riscos de mudanças na lei que atacam princípios cristãos

Os riscos de mudanças na lei que atacam princípios cristãos

Artigo cristão escrito por Rubens Teixeira
 
A legislação brasileira é fortemente influenciada por princípios cristãos. Afinal, nosso país tem população com ampla maioria de formação cristã. Não há como extirpar princípios arraigados na sociedade, sejam eles religiosos ou filosóficos, e afastá-los da formação do pensamento social predominante, inclusive com reflexos no ordenamento jurídico. Porém, diversos temas estão sendo debatidos com fins de resultar em alterações que confrontam princípios e pensamentos da maioria dos brasileiros. Alguns deles dizem respeito ao direito mais caro ao ser humano: o direito à vida.
Eutanásia
Um dos temas contemplados é a mudança na pena aplicada no caso de eutanásia. A alteração no Código Penal Brasileiro prevê uma pena mais branda para este tipo penal. Essa modificação confronta com o compromisso que os médicos fazem de utilizar todos os seus esforços para resguardar a vida. A preservação da vida não deve ser o foco apenas na legislação aplicável aos profissionais da saúde, mas em todo ordenamento jurídico brasileiro.
Aborto
Outro assunto importante, que está se buscando modificar, é o afrouxamento da lei com relação ao aborto. A reforma prevê que, no caso da mãe não ter condições psicológicas de criar a criança, o aborto, se realizado até o terceiro mês da gestação, passará a não ser considerado crime. O Código Penal já prevê duas possibilidades de aborto que não são crimes: o aborto terapêutico (quando a vida da mãe está em risco) e o honroso (em caso de estupro). Abrir espaço no caso da mãe não ter condições psicológicas de educar o filho é praticamente autorizar o aborto, desde que ela queira. De uma maneira geral, uma mãe querer abortar é porque, de alguma forma, já rejeita o feto. Ora, se uma mãe não pode criar o bebê, não haveria outra pessoa para substituí-la? A solução seria matá-lo?
Deixar a vida à disposição de uma opinião tão flexível é algo estarrecedor. É dar discricionariedade ampla a uma hipótese que precisaria ter reprovação máxima por ter contornos de crime hediondo. Seria uma distorção e desprezo do Estado que não deveria compartilhar o monopólio da violência com entes que deveriam estar no pólo contrário: ao invés de usufruírem do direito de matar, deveriam ser guardiões do direito à vida.
Cabe ressaltar que o aborto honroso (decorrente de estupro), que não é criminalizado, pois tem a sua excludente de ilicitude prevista na legislação, já encerra em si algo esdrúxulo juridicamente. O estuprador, que gerou o feto, tem pena de 6 a 30 anos, de acordo com o artigo 213 do Código Penal. A pena máxima de 30 anos ocorre se resultar na morte da vítima. O feto, que em nada contribuiu para que o crime ocorresse, tem um fim que se assemelha a uma pena de morte em que o carrasco, médico, fez juramento prévio em defender a vida. Ou seja, quem não contribuiu em nada para que viesse ao mundo é que paga com a sua vida o “conserto” do crime. Não quero condenar quem abortou ou quem venha a abortar nessas circunstâncias, mas entre a permissão legal para matar e a vida, nesse caso, sempre tentarei defender a vida.
Afinal, o aborto jamais deveria ser descriminalizado. Ao contrário, deveria ser encaminhado ao Tribunal do Júri por tratar-se de crime doloso (com intensão de matar) contra a vida.
Redução de idade do estupro presumido
Em outra tentativa de afrouxamento da lei, está a redução da idade do estupro presumido. A proposta é reduzi-la para 12 anos, sob alegação de que o menor, atualmente, tem mais conhecimento e pode discernir melhor sobre a questão sexual, entre outras coisas mais. A legislação atual visa protegê-lo. Sua flexibilização o tornaria mais vulnerável e daria mais permissividade aos adultos de “usufruírem”, com menor risco, de relações sexuais com pessoas bem mais jovens. Mas, por mais que uma criança menor de 14 anos seja conhecedora de assuntos relacionados à sexualidade, ela não tem o mesmo discernimento que um adulto e, se um maior a quiser seduzir, terá que responder por isso, ou buscar pessoas mais velhas para atender seu interesse. Evidente que o único benefício trazido por esta legislação é proteger adultos que queriam relacionar-se sexualmente com crianças menores de 14 anos. Seria este objetivo nobre?
Enfim, pretende-se, nessa tentativa de redução da idade do estupro presumido, deixar de lado o supremo interesse do menor em benefício do que pode ser, na mente promíscua de alguns, o “supremo interesse sexual do maior”. Uma homenagem à pedofilia e um desprezo à dignidade das crianças.
Questões relativas a homossexuais
Outra alteração importante que pretendem implantar está relacionada à questão homossexual. O argumento é de que se pretende combater o preconceito, que é extremamente reprovável e merece ser combatido, porém, nem mais e nem menos do que todas as outras formas de discriminação. Se for elaborada uma lei que privilegia um tipo de preconceito em relação aos demais, seria um altar ao preconceito no texto da lei, pois, tal diploma legal discriminaria todos os demais tipos de preconceito. Com isso, os homossexuais acabariam sendo excluídos, pois a convivência com eles poderia representar risco de mal entendidos e complicações jurídicas. Além do ápice do preconceito, seria a criminalização da opinião contrária ao homossexualismo, vulnerabilizando, assim, o direito à opinião e à liberdade de expressão consagrados na Constituição da República e na Declaração Universal dos Direitos Humanos.
Se formos valorar os efeitos de um preconceito pela sua abrangência na sociedade, o grupo de pessoas mais afetado é o composto por pobres e miseráveis. As consequências são devastadoras e possuem exemplos fartos. O pobre é privado de uma série de ambientes e oportunidades. Assim, se nos dedicarmos ao combate à pobreza, dissiparemos ou atenuaremos outros preconceitos, como contra homossexuais, negros, etc. O combate ao preconceito aos homossexuais e os demais tipos, igualmente reprováveis, devem ser feitos com educação e conscientização da sociedade. Os resultados aparecem mais lentamente, mas serão sólidos e duradouros.

Estatuto da Diversidade Sexual
O objetivo que se apresenta para esta inclusão no ordenamento jurídico é proteger os direitos dos homossexuais e combater a homofobia. Entretanto, o estatuto limita o poder das famílias de educarem seus filhos em sua opção sexual. O Estado passa a tutelar a criança que, em sua visão, será um possível homossexual, atacando os valores morais e fragilizando-os por meio de uma norma legal. Seria o aniquilamento de valores cristalizados na maioria da sociedade brasileira de forma coercitiva por uma lei. Querem fazer uma experiência com a sociedade colocando crianças e adolescentes em uma situação futura cercada de incertezas. Muitos homossexuais afirmam ter sido violados sexualmente em sua infância. Por conta disso, é melhor que se oriente as famílias a terem medidas prudenciais com relação as crianças pois os efeitos, em todos os sentidos, serão mais benéficos.
Se uma criança, jovem ou adulto for maltratado, desrespeitado ou sofrer qualquer dano por ser homossexual, ou pobre, ou por ser uma pessoa especial por conta da sua fisiologia, ou por qualquer outra razão decorrente de preconceito, já há legislação suficiente para punir o infrator e proteger a vítima. A criação do Estatuto da Diversidade como está previsto poderá ser um incentivo ao homossexualismo. A quem interessaria o ensino e a propagação desta prática?
 
Adoção homossexual
Estão vulnerabilizando crianças, submetendo-as a testes ao serem criadas por homossexuais, que vivem como se casal fossem, por meio da adoção. A opção sexual, como qualquer outra, é uma escolha individual, mas permitir que uma criança, vulnerável, seja criada por duas pessoas que vivem uma relação homossexual é dar uma perspectiva incerta para a sua formação psicológica, em que há a necessidade do referencial masculino e feminino. Talvez estejam vulnerabilizando o supremo interesse do menor para prestigiar um eventual supremo interesse de alguns homossexuais.
 
Descriminalização das drogas
Outra modificação que está em debate é a descriminalização das drogas. A maioria dos que defendem esta posição acreditam que esse passo inibiria a violência decorrente do tráfico. Ocorre que as drogas causam danos graves à saúde e sua banalização, certamente, faria seu uso espalhar-se mais rapidamente na sociedade. Caso a venda também fosse descriminalizada, o preço da droga legal seria certamente maior que o de produção clandestina, especialmente por conta da elevada carga tributária que seria imposta a este tipo de produto. Esta situação criaria um cenário propício para que houvesse o mercado de drogas legal e o ilegal, como existe no mercado de cigarro e de diversos outros produtos na economia.
O Brasil está acompanhando o desespero de drogados e familiares que querem se recuperar e não conseguem infraestrutura adequada. Se as drogas forem descriminalizadas estes males se alastrarão mais rapidamente. Pagará a conta o usuário, seus familiares e toda a sociedade não usuária que sofrerá os impactos do aumento de sobrecarga no sistema de saúde, já exaurido. Desta maneira, não existe dúvida que só haverá dois beneficiados: os empresários que produzirão e venderão drogas e os traficantes remanescentes que venderão a droga ilegal. A sociedade, de um modo geral, será duramente atingida. Tornar as drogas produtos legais é uma demonstração de fraqueza do Estado ao abrir mão da defesa dos seus cidadãos. É descriminalizar algo ao assumir que perdeu a guerra para o crime.
 
Legalização da exploração da prostituição
Hoje, no Brasil, prostituição não é crime. Crime é o rufianismo, que é a exploração da prostituição. Crime é ser cafetão ou cafetina. O argumento dos que defendem a legalização da prostituição é que pretendem proteger os direitos das prostitutas, garantindo-lhes os direitos trabalhistas e previdenciários. Na realidade, qualquer pessoa pode pagar a sua autonomia e garantir a sua previdência.
A legalização da prostituição como profissão obrigaria registros previdenciário e trabalhista neste ofício. O resultado disso é que estes registros, eternizados na documentação dessas mulheres, resultaria em um preconceito eterno, pois, nos próximos empregos que fossem pleitear, seria identificado o exercício da prostituição. Como o empregador não precisa justificar suas opções em uma seleção, certamente as oportunidades destas pessoas ficariam reduzidas.
Por outro lado, as mulheres que retiram recursos para a sobrevivência na prostituição querem ser identificadas? Querem aparecer? Isto porque, ao serem registradas, além de ter em seus documentos a designação da profissão, estarão sujeitas a fiscalização de órgãos públicos e poderão, em muitas situações, ficarem expostas. Qual seria o futuro impacto desta exposição na vida pessoal, profissional, ou familiar dessas mulheres? Como seus filhos seriam impactados? Qual a perspectiva futura da profissional da prostituição?
Em um país com um dos menores níveis de desemprego de sua história, principalmente em um momento que o mundo vive uma crise econômica que tem produzido desempregos astronômicos em diversos outros países, especialmente da Europa, não seria mais vantajoso para essas mulheres serem treinadas e encorajadas a exercerem outra profissão e deixarem a prostituição? Se fosse um ofício aceito com naturalidade pela sociedade, os pais, maridos, irmãos, filhos não se incomodariam que as mulheres de suas famílias o exercessem. A atividade realmente causa uma exposição negativa à imagem pessoal da mulher e, por conta disso, não há porque vulnerabilizar estas mulheres que precisam ser ajudadas, apoiadas e encorajadas à progressão social. Definitivamente a atividade fere os bons costumes.
Contudo, a legalização da profissão eliminaria a figura do cafetão e o rufianismo não seria crime, como é hoje. O maior beneficiário da legalização da prostituição seria o rufião, ou cafetão, que poderia, desde então, explorar legalmente a atividade, com restrições plenamente superáveis. Nada que inviabilizasse o “negócio”. Por isso, esta lei que seus defensores alegam defender a mulher que exerce a prostituição, na verdade torna, peremptoriamente, o rufianismo, de crime, a uma atividade econômica lucrativa, cujo foco do negócio é o corpo alheio. As marcas, psicológicas e físicas, estarão eternizadas nos corpos das mulheres que terão obrigações contratuais perante seus clientes e passarão de prostitutas, que podem deixar a qualquer hora a atividade, sem registros eternos, a escravas sexuais públicas eternas, enquanto o cafetão deixa de ser criminoso e passa a ser empresário.
 
Conclusão
É preciso, portanto, que a sociedade, de um modo geral, esteja atenta às modificações que querem inserir no ordenamento jurídico brasileiro. Devemos ter cuidado para, aproveitando-se de nossa falta de atuação, comprometimento ou discernimento, não aprovarem regras que afetarão nossas vidas, a vida de nossa família e toda sociedade. Como disse Montesquieu, “a injustiça contra um é uma ameaça contra todos”. Depois que a lei é aprovada, tem o efeito erga omnes (contra todos). A hora de agirmos é antes da aprovação, ou seja, agora.

Fonte: Gospel Prime

quarta-feira, 23 de janeiro de 2013

Cristãos da China estão usando a internet para a evangelização

Cristãos da China estão usando a internet para a evangelizaçãoOs cristãos chineses estão compartilhando sua fé abertamente no Sina Weibo, uma rede social semelhante ao Twitter, que é controlada pelo governo da China. Muitos estão começando a desafiar a censura e falam sobre a perseguição religiosa.

Recentemente, uma banda cristã se apresentou em um programa de talentos da TV chinesa, o “Chinese Dream”, vários cristãos usaram as redes sociais para pedir votos para a banda. De acordo com a mídia chinesa, dentro de poucos dias, milhares de votos dessa campanha ajudaram a manter o grupo entre os líderes por sete semanas.

O governo chinês controla a internet do país e proíbe o acesso a redes sociais ocidentais como Facebook e Twitter. No lugar delas existem os weibos (microblogs). Desde que foi criado, em 2009, a empresa líder do segmento, Sina Weibo , já atraiu mais de 400 milhões de usuários, e esse número está aumentando. O que dificulta o monitoramento de todas as mensagens postadas todos os dias.

Segundo o Centro de Informação sobre a Internet da China, cerca de 40% da população do país tem acesso à Internet. Para efeitos de comparação, há mais usuários dos microblogs em solo chinês que as populações da Argentina, Uruguai, Brasil, Paraguai, Bolívia e Venezuela somadas. O fato de os chineses cristãos começarem a compartilhar sua fé no weibo é digno de nota e sabe-se que essas mensagens estão atingindo um grande público.

De acordo com um site cristão da China, um dos principais blogueiros da fé é Shiy Pan, um bilionário do ramo imobiliário que frequentemente compartilha “orações aos domingos” com seus mais de seis milhões de seguidores.

Para as igrejas cristãs, a internet tornou-se a nova fronteira do movimento de expansão da fé cristã na China. Mas não é apenas para evangelização. Os cristãos daquele país estão fazendo campanhas de oração e até mesmo discutindo a falta de liberdade religiosa, um assunto proibido.

Curiosamente, a limitação das postagens dos weibo são os mesmos 140 caracteres que os ocidentais. Mas por causa da peculiaridade da línguas chinesa, 140 caracteres são equivalentes a 70 ou 80 palavras em português. Isso é suficientes para iniciar um debate ou dar um breve testemunho. Eles também podem anexar fotos e vídeos. Um prova dessa ousadia crescente entre a comunidade cristã chinesa surgiu em agosto do ano passado, quando foi postada uma foto mostrando um jovem segurando um cartaz com a mensagem do Evangelho em uma praça pública. Apesar de o governo não permitir isso, a imagem foi repassada milhares de vezes pelos usuários. Logo, surgiram outras do gênero.

Uma foto de uma menina segurando um cartaz amarelo com uma cruz e a frase “Creia em Jesus e receba a vida eterna” também fez grade sucesso. Ela estava num praça pública em Shenzhen, enquanto seus pais compartilharam sua fé com os transeuntes. De acordo com o jornal Gospel Times, 20 pessoas aceitaram entregar suas vidas a Jesus naquele dia. O pai da menina, posteriormente agradeceu a comunidade cristã online para encorajamento, dizendo: “[Vocês] me deram muita força. Que o evangelho se fortaleça na China e salve esse país e essas pessoas do pecado. Que Deus receba todo o louvor e glória”.

De acordo com agências cristãs que trabalham na China, o país tem apenas 14 milhões de fieis ‘registrados’ (incluindo católicos e evangélicos), cujas igrejas estão sob o controle do Estado oficialmente comunista e ateu. No entanto, calcula-se que quase cinco vezes esse número são de cristãos não registradas, e, portanto, ilegais, que se reúnem em igrejas domésticas.

O governo chinês conhece bem o poder das mídias sociais e sabe do papel de destaque que elas tiveram durante a chamada “Primavera Árabe”, que mudou a história de várias nações. Talvez por isso, optou por uma censura seletiva. Segundo o site cristão Greatfire.org , as autoridades já bloquearam 1.700 termos de pesquisa no weibo, incluindo expressões religiosas, como “Dalai Lama” e “Falun Gong” (uma seita oriental). Mas é impossível acompanhar todas as discussões. O grupo religioso Fórum 18, com sede na Noruega, revela, inclusive, que assuntos como a prisão do pastor iraniano Yousef Nadarkhani, foram extensamente comentados.

Segundo jornal britânico Daily Telegraph, metade dos usuários de Internet da China têm menos de 25 anos e passam cerca de 16,5 horas online por semana. A rede também seria um “substituto” dos irmãos e irmãs negado a eles pela política chinesa de que casa família só pode ter um filho.

Outro aspecto destacado pelo Forum 18 são iniciativas como a de Martin Johnson, um ativista que lançou seu próprio site de microblog chamado Freeweibo.com, que não se submete à censura do governo, por estar hospedado fora de solo chinês. Mesmo as autoridades tendo se esforçado para bloquear o acesso, cada vez mais usuários tem usados atalhos tecnológicos para usando conexões de internet que podem ser reencaminhadas internacionalmente.

Segundo relatos dos EUA, a China agora tem 63,5 milhões de usuários do Facebook e mais de 35 milhões no Twitter, apesar de serem proibidos pelo governo. Contudo, o Fórum 18 acredita que os weibo poderão ajudar a “promover a liberdade religiosa na China” e mudar sua realidade espiritual em um curto espaço de tempo. Traduzido de Compass Direct News.
Fonte: Gospel Prime

segunda-feira, 21 de janeiro de 2013

Esperança cresce no Mali devido intervenção militar internacional


A crise política interna na qual o Mali está mergulhado desde março de 2012 teve maior destaque na mídia internacional após a intervenção francesa que teve início na sexta-feira, 11 de janeiro. Por meio de ataques aéreos, o exército francês permitiu que tropas do Mali retomassem o controle da cidade central de Konna, ocupada por islâmicos desde o dia anterior.

Dessa data em diante, aviões franceses têm bombardeado bases islâmicas em Timbuktu, Gao e em outras áreas do norte do território. Desde abril do ano passado, mais da metade do Mali foi tomada por grupos rebeldes, alguns com ligações à Al-Qaeda.

Cidadãos malianos mostraram-se bastante positivos quanto à intervenção militar francesa. Na capital Bamako, moradores têm manifestado publicamente sua alegria e satisfação diante do apoio enviado pelo governo da França. A ação militar aumentou as esperanças de libertação do Norte da ocupação dos islâmicos.
A fim de erradicar o extremismo
Até recentemente, o Mali podia ser considerado um típico Estado do Oeste Africano, com o islamismo moderado. É constitucionalmente laico, e partidos políticos com conotações religiosas são proibidos, apesar de uma alta porcentagem da população ser declaramente muçulmana. A convivência com as minorias religiosas (cristãos e animistas), tinha sido pacífica até então.
Por muito tempo, cristãos haviam desfrutado da liberdade compartilhada por toda a sociedade do Mali, incluindo missionários estrangeiros, que também estabeleceram-se ao norte. Mas a situação mudou drasticamente com o golpe militar promovido por rebeldes tuaregues separatistas e combatentes islâmicos que, em 2012, tomaram o poder.

Assim que passaram a controlar as decisões políticas do país, de pronto os extremistas estabeleceram um Estado islâmico no Norte, com um regime restrito à sharia (lei islâmica). Eles atacaram e destruíram igrejas e outros edifícios cristãos em Timbuktu e Gao, com o objetivo de erradicar todos os traços do cristianismo na região.

Os rebeldes também foram bastante severos com os muçulmanos menos fundamentalistas: mataram pessoas, amputaram membros e destruiram santuários sufistas muçulmanos.
As duras condições levaram milhares a fugir. Segundo o Alto Comissário das Nações Unidas para Refugiados (ACNUR), mais de 250 mil malianos vivem, atualmente, em países vizinhos como o Níger, Burkina Faso ou Mauritânia, e cerca de 200 mil outros fugiram para Bamako.

Todo esse conflito violento no Mali, empurrou o país à 7ª posição da Classificação de Países por Perseguição (WWL) 2013*, um ranking das 50 nações onde as condições para cristãos são potencialmente mais opressivas. Ele é publicado anualmente pela
Portas Abertas Internacional. O Mali nunca tinha sido aparecido na lista antes.
Ajuda humanitária
Entre outras iniciativas, foi criado um comitê de crise por um grupo de igrejas e missões em Bamako, para ajudar um mínimo estimado de 330 famílias de refugiados cristãos que já deixaram o Norte. A ideia é auxiliar os refugiados com alimentos, abrigo e assistência médica, bem como, a longo prazo, oferecer apoio educacional e profissional.
Muitos cristãos que vivem agora em Bamako estão aflitos por não saberem se alguns de seus familiares estão vivos ou mortos.
"Eu entreguei minha vida a Cristo há dois anos, mas todos os membros de minha família são muçulmanos, é por isso que minha esposa e filha me desprezam", disse Mohamed Habi, um refugiado. "Quando os islâmicos ocuparam a cidade de Timbuktu e iniciaram sua busca por cristãos (para matar), eu escapei para a Mauritânia. Da Mauritânia fui para Bamako a fim de encontrar-me com outros cristãos."

Ataques militares franceses abriram caminho para o envio de uma missão militar internacional. Muitos países do Oeste Africano anunciaram sua intenção de enviar tropas para o Mali. Mais de três mil soldados são esperados nos próximos dias, como parte da Missão Militar para a Estabilização do Mali, apoio oficial da ONU, com suporte logístico de alguns países ocidentais como o Reino Unido e os Estados Unidos.

Peritos militares da França alertam, porém, que a luta para a retomada do controle do norte do Mali não será uma tarefa fácil. O ministro da Defesa francês Jean-Yves Le Drian disse que a campanha da França no Mali é promover um "desenvolvimento favorável". Mas ele admitiu que a situação é "difícil" e os combatentes islâmicos estão bem armados.
De acordo com um analista, se as forças internacionais não afastarem os islamistas do norte do Mali, não haverá esperança de reconstrução de uma sociedade cristã no Norte. A igreja no Sul também é cautelosa com a crescente influência do Islã na política do Mali.

Fonte: Portas Abertas Internacional

No Egito, família inteira é condenada à prisão por se converter ao cristianismo

Uma família completa foi sentenciada a 15 anos de prisão por se converter ao cristianismo na cidade egípcia de El Beni Suef, 115 km ao sul do Cairo. Nadia Mohamed Ali Mohab e seus filhos, Maged, Sherif, Amira, Amir, e Nancy Ahmed Mohamed Abdel-Wahab. As outras sete outras pessoas envolvidas no caso foram condenadas a cinco anos de prisão.
Nadia Mohamed Ali, uma mãe de oito filhos, nasceu cristã, mas se converteu ao Islã para se casar com seu marido Mustafa Mohamed Abdel-Wahab. Depois de sua morte, em 1991, ela decidiu voltar à sua religião original com seus filhos, segundo informações do Acontecer Cristiano.
O caso da família de Nadia começou em 2004, quando, após a conversão, ela e seus filhos decidiram mudar seus nomes muçulmanos em seus cartões de identidade com seu nome e cidade de mudança de residência. Para fazer isso, tiveram a ajuda de sete funcionários do Escritório de Registro Civil.
 
Em 2006, um de seus filhos foi preso pela polícia que, suspeita pelos documentos, levou o jovem que havia mudado seu nome para Bishoy Malak Abdel-Massih. Naquela época os policiais o interrogaram por horas até que ele confessou sua conversão ao cristianismo. Os juízes decidiram então prender a mãe e todos os seus filhos, além dos sete funcionários do escritório de registro civil.
A lei islâmica, Sharia, é a base da nova Constituição egípcia, o que torna punível com a pena de morte a apostasia. Porém os juízes afirmam terem usado de “benevolência” para condenar a família apenas à prisão.
Fonte: Gospel+

 

domingo, 20 de janeiro de 2013

Professor é demitido por dar Bíblia de presente a aluno

     Na cidade de Phillipsburg, no estado americano de Nova Jérsei, um professor substituto foi demitido da escola em que estava trabalhando depois de ter compartilhado um versículo bíblico com um aluno e, a pedido da criança, a ter presenteado com uma Bíblia.
     De acordo com o conselho escolar de Phillipsburg, o professor Walter Tutka desobedeceu a duas políticas: a que proíbe distribuição de literatura religiosa nas dependências da escola, e outra que orienta os professores a serem neutros quando se discute material religioso.

     - É lamentável o distrito escolar de Phillipsburg escolher o caminho da hostilidade religiosa e intolerância contra um homem aposentado, servindo sua comunidade e simplesmente respondendo a curiosidade intelectual de um estudante – comentou Hiram Sasser, diretor de litígio na Liberty Institute, à Fox News.
     - Qual é o próximo – eles vão proibir Shakespeare porque suas peças têm citações bíblicas? – completou Sasser.

Ler a Bíblia para sobreviver
     Diferente de Tutka, que foi demitido por causa da Bíblia, um ex-fuzileiro da Marinha americana afirmou que ler a Bíblia foi o que o manteve vivo durante o tempo que passou encarcerado em uma prisão mexicana.

     Jon Hammar foi preso por transportar uma antiga espingarda pela fronteira mexicana quando viajava com um amigo. De acordo com o NY Daily News, o veterano da Marinha havia declarado a arma normalmente em um posto de controle americano, mas foi preso no país vizinho porque a posse da arma no México é considerada crime federal, por se tratar de um armamento usado apenas pelas forças armadas do país.
     Hammar conta ter sofrido ameaças e tortura durante os quatro meses que passou preso, e afirma que durante esse tempo leu todo o antigo testamento, e a maior parte de terceiro. Segundo o ex-fuzileiro, foi a leitura do Livro Sagrado que o manteve vivo durante esse tempo.

Fonte:Gospel+

quarta-feira, 31 de outubro de 2012

Furacão Sandy é punição divina, afirma teólogo

Estudioso mostra que eventos catastróficos sempre ocorrem quando os EUA pressionam Israel


Toda vez que os Estados Unidos enfrentam uma catástrofe, pastores e teólogos classificam o evento como “um ato de Deus”.

“Quando colocamos pressão sobre Israel, tentando dividir sua terra, temos enormes repercussões, eventos gigantescos, muitas vezes dentro de 24 horas”, disse o teólogo e jornalista William Koenig ao site WND. Ele lembra que alguns eventos mais catastróficos que se abateram sobre os EUA ocorreram depois de tentativas de se dividir a terra de Israel.

“O furacão Katrina, os atentados de 11 de setembro, cerca de 90 eventos trágicos ocorreram quando o nosso governo agiu contra Israel. E quanto maior a pressão sobre Israel para ‘cooperar’, maior a catástrofe”, sentencia.

Os argumentos de Koenig são surpreendentes para muitos. “O furacão Sandy chegou no 21º aniversário da chamada “tempestade perfeita” que seguiu o furacão Grace. Para quem não lembra, Koenig diz que a primeira vez que o termo foi usado para falar de um furacão foi quando uma tempestade devastou a costa da Nova Inglaterra.

Entre 30 outubro e 1 novembro de 1991, o presidente George H Bush, estava co-patrocinando a Conferência de Madrid. Na ocasião, o presidente rompeu com as políticas pró-Israel defendidas por Ronald Reagan, na tentativa de estabelecer um “plano de paz árabe-israelense”, que incluía o reconhecimento de um “direito palestino” sobre porções de terras judaicas.

Enquanto Bush estava na Espanha defendendo uma divisão de Israel, que deveria desistir da Cisjordânia (Judéia, Samaria e Jerusalém Oriental), ondas de mais 10 metros atingiram a casa de férias da família Bush na cidade de Kennebunkport, Estado do Maine.

O jornalista lembra que os argumentos da Conferência de Madri são os mesmos usados pelo candidato Mitt Romney durante os debates presidenciais. Da mesma forma, o furacão Katrina, até hoje o mais mortífero da história dos EUA, ocorreu em 29 de agosto de 2005, no dia que o presidente George W. Bush (o Bush filho) felicitou Israel para a evacuação de Gaza e apelou que israelenses e palestinos avançassem para o cumprimento do plano de oficializar os dois Estados na região.

Koenig insiste que isso não é coincidência e recorda ofuracão “Long Island Express”, que chegou em 1938 aos EUA. Considerado até hoje o mais forte, o mais mortal e o mais caro da história, uma tempestade que matou mais de 600 pessoas e resultou em danos materiais que, se aproxima de quase US$ 5 bilhões em valores de hoje.

Se lembrarmos de 1938, havia naquela época uma tremenda perseguição ao povo judeu, “uma preparação para o Holocausto”, Koenig relacionados. “De acordo com o autor John McTernan, o olho do furacão estava diretamente sobre o Acampamento Siegfried, em Long Island, o centro do maior comício nazista fora da Alemanha”.

Koenig liga a pressão de três convenções do Partido Republicano anteriores pedindo a divisão da terra de Israel e a criação de um Estado palestino às vésperas de eleições presidenciais. Em seu livro de 2011, “Eye to Eye: Facing the Consequences of Dividing Israel,” [Olho por Olho: enfrentando as conseqüências de dividir Israel], o jornalista afirma que nove dos 10 eventos mais catastróficos da história dos EUA ocorreram, de algum modo, os EUA pressionou Israel a fazer concessões de terras. Agora o furacão Sandy está sobre a costa leste americana e seus estragos e consequências só poderão ser medidos nos próximos dias.

A punição divina em forma de ventos e tempestade estaria ocorrendo porque “Os dois partidos políticos apontam, agora, que desejam uma para a paz no Oriente Médio que divida a terra de Israel entre o Estado de Israel e um Estado palestino”, resume Koenig. “Pela perspectiva bíblica, essa terra não deve ser dividida, fracionada ou negociada… ponto final… Essa é a terra que Deus deu a Israel.

Nenhum líder terreno tem o direito de dividir Israel, porque esse é o presente de Deus a Abraão e seus descendentes”, finaliza, lembrando a profecia de Zacarias 12:9 “procurarei destruir as nações que vierem contra Jerusalém”.

Fonte: Gospel Prime



sexta-feira, 14 de setembro de 2012

Yousef Nadarkhani é liberto da prisão no Irã


Após quase três anos preso e muitos protestos em todo o mundo, o pastor Yousef Nadarkhani é absolvido da acusação de apostasia.

Yousef Nadarkhani, o pastor iraniano que conquistou os corações de milhões de pessoas ao manter-se firme em sua fé, enquanto enfrentava a prisão, foi absolvido da acusação de apostasia.
Duas organizações que vinham acompanhando de perto o caso e tem fontes no Irã informaram neste sábado que Nadarkhani, que foi a julgamento no início do sábado, foi liberto da prisão e está em casa com sua família.
“Obrigado a todos que me apoiaram com as suas orações” disse Nadarkhani, de acordo com o Present Truth Ministries.
Embora absolvido da acusação de apostasia, o pastor iraniano foi considerado culpado de evangelizar muçulmanos. Ele foi condenado a três anos de prisão, mas foi liberado porque já cumpriu esta pena.
“Damos graças a Deus por sua libertação e a resposta às nossas orações”, disse Jason DeMars, fundador do Present Truth Ministries em um comunicado. A Christian Solidarity Worldwide também confirmou a libertação do pastor.
“Nós elogiamos o judiciário iraniano por este ato, que é um triunfo para a justiça e o Estado de Direito”, disse o presidente-executivo da CSW, Mervyn Thomas.


Pastor Yousef Nadarkhani recebido após ser liberto.
“Enquanto nós nos alegramos com esta notícia maravilhosa, nós não esquecemos de centenas de outros que são molestados ou injustamente detidos por conta de sua fé, a CSW está empenhada em continuar a campanha até que todas as minorias religiosas do Irã sejam capazes de desfrutar da liberdade religiosa garantida sob o Pacto Internacional sobre Direitos Civis e Políticos, do qual o Irã é signatário.”
Nadarkhani, pastor em uma rede de igrejas domésticas, foi preso em 13 de outubro de 2009, depois de protestar contra a decisão do governo de forçar todas as crianças, incluindo seus próprios filhos cristãos, ao lerem o Alcorão.

Ele foi inicialmente acusado por protestar, mas as acusações foram posteriormente alteradas para a apostasia e evangelismo aos muçulmanos. Em 2010, ele foi condenado a morte e a decisão foi confirmada pelo Tribunal Supremo do Irã no ano passado.
De acordo com a Sharia, um apóstata tem três dias para se retratar. O pastor cristão se recusou a negar sua fé.

Cristãos de todo o mundo têm orado pela liberação de Nadarkhani. A campanha no Twitter defendendo sua liberdade atingiu mais de 3 milhões de tuites.
Traduzido de The Christian Post
Fonte: Gospel Prime

sexta-feira, 7 de setembro de 2012

Expansão do Reino e Deus

Você tem contribuído para a Expansão do Reino de Deus?

“Portanto vão e façam discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo, ensinando-os a obedecer tudo o que eu lhes ordenei. E eu estarei sempre com vocês até o fim dos tempos.” Mateus 28. 19, 20

     O Cumprimento do Ide de Jesus, de espalhar seu evangelho por todo o mundo, tem cada dia mais, sido cumprido em realidades diferentes.

     Porque a responsabilidade é nossa. Se contribuirmos, o missionário pode ir, pode pregar, vidas podem ser salvas; e Deus promete nos galardoar por isso!

     Porque conhecemos a Palavra de Deus. Se queremos demonstrar o nosso amor a Jesus, façamo-lo de modo prático: ORANDO, CONTRIBUINDO, ENVIANDO

     Ser Crente de sofá e de Facebook é fácil, faça a sua parte.

    Se você soubesse que Jesus iria voltar daqui a uma semana, o que você faria? Em que projetos você se envolveria? Em que você investiria o seu dinheiro? Com o que você gastaria o seu tempo?

     A única resposta para esta pergunta é que precisamos mais do que nunca estar comprometidos com aquilo que é prioridade para Deus: MISSÕES

Como Contribuir?

     Sua contribuição é um ato de adoração a Deus (Fp 4.18) e é tendo essa consciência que você deve contribuir. É uma atitude que deve ser feita com alegria e sinceridade. A oferta missionária é como aroma suave e como sacrifício aceitável e aprazível a Deus. Na mesma medida que assistimos as necessidades dos missionários no campo, tributamos culto de adoração a Deus com nossas ofertas. Dessa forma, o que é mais sublime, o que é mais tremendo, o que é mais imensurável é que sua contribuição para missões não se resume a apenas uma movimentação financeira.

     Quando você dá a sua oferta missionária, desencadeia reflexos no céu e na terra; ela toca o coração de Deus e abre portas na terra. Algo espiritual acontece, de acordo com o princípio divino e eterno do plantio e colheita!

     No momento de sua oferta você está dizendo a Deus que quer ter o privilégio de ser parceiro dEle no grande projeto de levar o evangelho a todos os povos. E Deus aceita a sua parceria com gratidão e lhe garante uma promessa maravilhosa: "E certamente estou convosco todos os dias, até a consumação do século" (Mateus 28:20). A partir do objetivo e do compromisso que você assumiu no seu coração perante Deus e dentro de sua fidelidade, sua contribuição se transforma numa semeadura e o dinheiro numa semente.

terça-feira, 4 de setembro de 2012

O que é falar em línguas?

Segundo manual Biblico Vida Nova:
A lingua dada pelo espirito exige uma interpretação dada pelo mesmo Espirito. Aqui o milagre foi a capacidade de falar idiomas não aprendidos anteriormente. No Pentecostes, judeus de todas as nações da Diáspora ficaram surpresos de ver galileus falando as suas linguas. A lista de nações abrange todo o mundo romano. O Pentecostes significava que daquele ponto em diante o evangelho poderia alcançar todo o mundo, pelo poder do Espírito

Segundo o livro: O Novo Testamento Interpretado, versículo por versículo volume III:
Alguns interpretes tem pensado que essas manifestações devem ser consideradas como fenomenos internos ou psicologicos, e não como fenomenos externos. Porem, apesar de não devermos imaginar qualquer  fogo literal de qualquer sorte, sem duvida houve alguma forma de energia divina, para dizer toda a verdade, que se fez visivel e audivel, tendo assumido uma forma simbólica apropriada às circunstancias.
A ocorrência da descida do Espirito Santo foi acompanhada de elementos auditivos, sensitivos e visuais criados pela presença do Espirito Divino.
Essa distribiuição das linguas como que de fogo, em que cada forma veio repousar sobre os presentes, foi cumprimento da promessa do batismo de fogo, segundo Lucas 3:16 e Mateus 3:11, além de outras passagens biblicas contrastado com o batismo nas águas ministrado por João Batista, e que foi prometido pelo senhor Jesus aos seus seguidores, como bênção especial para servir de simbolo especial e distinto de seu ministério, em confronto com o ministério de joão Batista, que foi preliminar e menos importante, embora tivesse sua parte propria e necessária, como preparação dos homens para o recebimento de umbatismo mais espiritual e profundo.

Esse batismo de fogo veio na forma de linguas visiveis porque o poder divino assim derramado haveria não somente de faze-los falar em varios idiomas estrangeiros, como tambem haveria  de impulsiona-los pelo mundo inteiro, levando a homens de todas as nações e linguas a mensagem sobre Cristo Jesus.
Marco Morillo

quinta-feira, 23 de agosto de 2012

Servir a Deus


“Certamente você realizará
o propósito de Deus,
não importa como esteja agindo,
mas faz diferença se você serve
como Judas ou como João”.
(C. S. Lewis)


“Na medida que servimos a Deus
somos livres, mas somos escravos
na medida em que servimos
a lei do pecado.”
(Santo Agostinho)

Jesus Cristo quando esteve entre nós, já afirmava: “Não vim para ser servido, senão para servir”.
 
"Tudo quanto fizerdes, fazei-o de todo o coração, como para o Senhor e não para homens, cientes de que recebereis do Senhor a recompensa da herança. A Cristo, o Senhor, é que estais servindo;" Colossenses 3:23-24


Sirvo ao Senhor de todo o meu coração, com desejo de ver as Maravilhas do Meu Deus resplandecer, faço por desejo e não por opção, pois sou convicto do Amor de Deus por minha vida.

Marco Morillo



sábado, 1 de maio de 2010

Bem Vindo

Sejam Bem Vindo ao meu Blog.

Aqui estarei postando informações e tudo aquilo que estiver acontecendo comigo e minha familia, estarei falando também sobre a questão Ministerial e o chamado de Deus em nossa vida.

Espero compartilhar com todos e contar com sua orações.

Deus o Abençoe.

Marco Morillo